segunda-feira, 4 de abril de 2011

Credenciamento de Espetáculos Teatrais.









Queridos Amigos,


Venho compartilhar com os nossos seguidores que o nosso espetáculo "Quem Tem Medo de Vera?" foi credenciada pelo SESCOOP /SP com o projeto ( Mozaico Teatral) que incentiva e apoia viagens de espetáculos Teatrais em São Paulo.
Este é o primeiro passo para que o nosso espetáculo pegue estrada este ano mais uma vez.

Agora é só esperar que as cidades credenciadas pelo ( Mozaico Teatral) selecione "Quem Tem Medo de Vera? ".

Beijos a Todos e vamos torcer...

domingo, 3 de abril de 2011

Mesa Redonda/ Bate - Papo



Fotos da s Oficinas: Baruerí





Fotos das Oficinas: Diadema




Fotos da Oficinas: Suzano





Fotos das Oficinas: Poá





Agenda das Apresentações


TEMPORADA DE ESTREIA.

Espetáculo “Quem Tem medo de Vera?” e Ações Artístico Pedagógicas associadas ao Projeto.



O Espetáculo “Quem Tem Medo de Vera?”, realizou sua temporada de estréia e apresentações nas cidades de:

Poá-SP : 14 de Janeiro de 2011.
Suzano-SP : 15 de Janeiro de 2011.
Diadema-SP : 22 e 23 de Janeiro de 2011.
Barueri – SP:  26 de Janeiro de 2011.

Em todas as cidades as apresentações foram acompanhadas das seguintes Ações associadas:

Oficina Teatral/Corporal.
Mesa redonda: Após as apresentações do espetáculo.

Ficha Técnica do Espetáculo


                             

       Cia. Re-União De Pessoas



Coordenação Geral

Walter Breda

 


Cia. Re-União de Pessoas.

Egla Monteiro
Jô Rodrigues

Luciano Borges

Maria do Carmo Soares

Ronaldo Gil

Walter Breda
Figurino
Carol Badra
Cenário
Marcelo de Andrade
Iluminação
Aline Barros
Trilha Sonora
Fernando Esteves
Fotógrafo e D. Gráfico 
Produção                           
Edson Kumasaka
Jô rodrigues
Luciano Borges

A AUTORA






Vera Karam


Nasceu em Pelotas em 20 de outubro de 1959. Cursou letras na PUC e, depois disso, Artes Cênicas na Escola de Arte Dramática da USP. Professora de inglês, escritora e tradutora, estreou como autora de teatro no espetáculo “Quem sabe a gente continua amanhã?”.

Vera Karam sempre esteve ligada à palavra de uma maneira ou de outra. Antes de se descobrir escritora de talento, escreveu muitos diários na adolescência. Resolveu fazer a oficina de criação literária com Luís Antônio de Assis Brasil e, em seguida, de dramaturgia com Ísis Baião. A partir daí, sua produção não parou. Escreveu peças de teatro e contos, muitos textos premiados e montados na capital, no interior e pelo país. Vera deixou uma peça inédita “O Casal” ou “Você nunca disse que me amava” não publicada.

·      Com “Dona Otília lamenta muito”, em 1993 ganhou Menção Especial do júri  do Troféu Açorianos. Em 1996 ganhou concurso de dramaturgia Qorpo Santo, promovido pelo IEL (Instituto Estadual do Livro).

·      Com “Primeiro de maio”, ganha 2º lugar no Concurso Nacional de Contos Josué Guimarães em 1995.

·      Com “Ano Novo, vida nova”, em 1996 ganhou concurso de dramaturgia Qorpo Santo, promovido pelo IEL (Instituto Estadual do Livro).

·      Com “Maldito coração” (me alegras que tu sofras) ganha o prêmio Melhor Texto Dramático de 1997, promovido pelo SATED/RS. Prêmio Festival de Teatro de São José dos Campos e Prêmio Festival Vale dos Sinos em Novo Hamburgo.

·      Prêmio Açorianos para Tradução em 1998, com “A morte de Ivan Ilitch”, de Tolstoi.

sexta-feira, 1 de abril de 2011

Sinopse do Espetáculo


Quem Tem Medo de Vera?


Tratam-se de textos curtos da dramaturgia de Vera Karan, autora fiel e apaixonada pelo seu tempo, com um olhar arguto, mordaz, lacônico e bem humorado sobre o ser humano, suas relações afetivas e tudo o mais que o rodeia.
Quatro textos que mostram o universo complexo, paradoxal, contraditório e apaixonadamente cruel dessa autora, que não pode deixar de ser notada enquanto testemunho e contribuição para a dramaturgia.

Dá Licença Por favor:

Casal tem diálogo conturbado, fantástico e bem humorado na plateia de um teatro antes da função começar.
Num clima nonsense, mulher distorce todo o fio da conversa, criando momentos de embaraçoso humor, crítica feroz,  sagacidade inconteste, tornando o interlocutor confuso e desesperado.


A Florista e o Visitante:


Duas pessoas, um pouco fora da realidade, encontram-se. Vivem em outro mundo de pureza, ingenuidade e um certo medo da vida, que os torna, até mesmo, anacrônicos.


  Tudo na Vida é Passageiro:

Uma trajetória humana vista  pela ótica apaixonada de um cobrador de ônibus. O cotidiano de uma mulher pinçado no tempo, no momento de suas viagens, no coletivo em que trabalha o narrador. Uma poética e quase única declaração de um amor impossível.

 Quem sabe a gente continua amanhã:

  Três irmãs velhinhas discutem sobre o cotidiano em que vivem. Durante anos tentam fazer um cronograma para que os assuntos tenham seus respectivos dias e horários para discussão.
Passam a limpo os momentos marcantes de suas trajetórias,  lembranças e comentários que também completam suas razões de viver.