Nasceu em Pelotas em 20 de outubro de 1959. Cursou letras na PUC e, depois disso, Artes Cênicas na Escola de Arte Dramática da USP. Professora de inglês, escritora e tradutora, estreou como autora de teatro no espetáculo “Quem sabe a gente continua amanhã?”.
Vera Karam sempre esteve ligada à palavra de uma maneira ou de outra. Antes de se descobrir escritora de talento, escreveu muitos diários na adolescência. Resolveu fazer a oficina de criação literária com Luís Antônio de Assis Brasil e, em seguida, de dramaturgia com Ísis Baião. A partir daí, sua produção não parou. Escreveu peças de teatro e contos, muitos textos premiados e montados na capital, no interior e pelo país. Vera deixou uma peça inédita “O Casal” ou “Você nunca disse que me amava” não publicada.
· Com “Dona Otília lamenta muito”, em 1993 ganhou Menção Especial do júri do Troféu Açorianos. Em 1996 ganhou concurso de dramaturgia Qorpo Santo, promovido pelo IEL (Instituto Estadual do Livro).
· Com “Primeiro de maio”, ganha 2º lugar no Concurso Nacional de Contos Josué Guimarães em 1995.
· Com “Ano Novo, vida nova”, em 1996 ganhou concurso de dramaturgia Qorpo Santo, promovido pelo IEL (Instituto Estadual do Livro).
· Com “Maldito coração” (me alegras que tu sofras) ganha o prêmio Melhor Texto Dramático de 1997, promovido pelo SATED/RS. Prêmio Festival de Teatro de São José dos Campos e Prêmio Festival Vale dos Sinos em Novo Hamburgo.
· Prêmio Açorianos para Tradução em 1998, com “A morte de Ivan Ilitch”, de Tolstoi.

Nenhum comentário:
Postar um comentário