domingo, 3 de abril de 2011

A AUTORA






Vera Karam


Nasceu em Pelotas em 20 de outubro de 1959. Cursou letras na PUC e, depois disso, Artes Cênicas na Escola de Arte Dramática da USP. Professora de inglês, escritora e tradutora, estreou como autora de teatro no espetáculo “Quem sabe a gente continua amanhã?”.

Vera Karam sempre esteve ligada à palavra de uma maneira ou de outra. Antes de se descobrir escritora de talento, escreveu muitos diários na adolescência. Resolveu fazer a oficina de criação literária com Luís Antônio de Assis Brasil e, em seguida, de dramaturgia com Ísis Baião. A partir daí, sua produção não parou. Escreveu peças de teatro e contos, muitos textos premiados e montados na capital, no interior e pelo país. Vera deixou uma peça inédita “O Casal” ou “Você nunca disse que me amava” não publicada.

·      Com “Dona Otília lamenta muito”, em 1993 ganhou Menção Especial do júri  do Troféu Açorianos. Em 1996 ganhou concurso de dramaturgia Qorpo Santo, promovido pelo IEL (Instituto Estadual do Livro).

·      Com “Primeiro de maio”, ganha 2º lugar no Concurso Nacional de Contos Josué Guimarães em 1995.

·      Com “Ano Novo, vida nova”, em 1996 ganhou concurso de dramaturgia Qorpo Santo, promovido pelo IEL (Instituto Estadual do Livro).

·      Com “Maldito coração” (me alegras que tu sofras) ganha o prêmio Melhor Texto Dramático de 1997, promovido pelo SATED/RS. Prêmio Festival de Teatro de São José dos Campos e Prêmio Festival Vale dos Sinos em Novo Hamburgo.

·      Prêmio Açorianos para Tradução em 1998, com “A morte de Ivan Ilitch”, de Tolstoi.

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